Qual fénix renascida, este blog regressou das cinzas. Não sei bem de que cinzas... Nem sei como serão os futuros posts. O que é certo é que está de regresso!
sexta-feira, 3 de abril de 2009
sexta-feira, 12 de dezembro de 2008
Living in Lisbon - Viver em Lisboa
Às vezes, não muitas felizmente, vejo a minha vida como uma daquelas séries americana. Daquelas bem realizadas, bem filmadas, com bons argumentos, bons actores e boas personagens. Esta série, Living in Lisbon – Viver em Lisboa, teria começado em Setembro de 2001, quando vim para Lisboa estudar. Sendo que já vai na sétima temporada. Já foi reclamado o seu cancelamento, mas agora a série está novamente animada, já que pela primeira vez a maior parte da acção passa-se fora de Lisboa. Começou muito timidamente numa espécie de versão de Dawson’s Creek. Já também passou fases tipo Six Feet Under, Desparate Housewives, Chuck, Punshing Daisies, Heroes, ou mesmo The X Files. Agora está numa fase meio Grey’s Anatomy meio Private Practice. A pior fase foi sem dúvida as duas últimas temporadas em que os desentendimentos das personagens azedaram o aparente entendimento entre actores. Mais parecia uma versão rasca de Beverly Hills, 90210. Os conflitos foram de tal ordem que variadíssimos actores abandonaram a série, uns por despedimento, outros por afastamento das suas personagens, outros ainda pelo seu próprio pé. Os produtores agora fazem exactamente o mesmo que os produtores da série Lost, quem se portar mal vai para o olho da rua. Como qualquer série que se preze, apesar dos conflitos e mal-estar, a cada temporada entram e saem personagens. Para além da minha personagem mantém-se na série apenas mais duas personagens da primeira temporada. É certo que esporadicamente aparecem personagens que já saíram. Mas a melhor fase até agora foi sem sombra de dúvida a que precedeu os conflitos. De momento está outra vez numa boa fase. Com personagens bastante fortes e dinâmicos. Tudo graças a bons actores que foram recentemente contratados. Esta série não é estanque, não se cinge a apenas um tema, é muito vasta, aborda inúmeros assuntos. Desde amores a desamores, desde sexo desenfreado a sexo sem precauções, desde homossexualidade feminina e masculina, até a supostas heterossexualidade, desde doenças graves a sustos hospitalares, desde morte a nascimentos, desde comédia a drama, desde humor a tragédia. Como podem ver esta série é um sucesso estrondoso…
segunda-feira, 10 de novembro de 2008
sexta-feira, 17 de outubro de 2008
Segredos (In)confessáveis III
Quando era um adolescentezinho, uma criancinha ainda, e morava em Setúbal... andei enrolado com a minha vizinha do lado. Chamava-se Cláudia, era morena e era linda de morrer. O enrolanço foi de tal ordem que chegou ao nível sexual. Foi a "primeira vez" de ambos. Mas foi tudo muito inocente e sem o significado algum. Foi algo tão bonito, do qual não gosto de falar...
quarta-feira, 15 de outubro de 2008
Segredos (In)confessáveis II
Quando era um adolescentezinho, jovem imberbe e inconsciente, e morava no Alentejo... roubei um teste, não interessa saber de onde. Era um teste de Química ou de Física, andava eu no 10.º ou 11.º ano, acho. Inevitavelmente fui descoberto, também não interessa saber como fui descoberto. O que interessa é que fui punido com dois dias de suspensão. Isto depois de um penoso "julgamento". Esta lição serviu-me para a vida. A minha veia de delinquente secou com este episódio. Mas acreditem que o que "não interessa saber" deixar-vos-ia de boca aberta.
segunda-feira, 13 de outubro de 2008
Segredos (In)confessáveis I
De hoje e até à próxima sexta-feira (18 de Outubro) irei colocar aqui 5 dos meus segredos mais sombrios. Segredos que muito pouca gente os sabe... Meio em jeito de limpar a minha consciência... Dado que de meados de Outubro ao início de Novembro (com férias e viagens à mistura) irei andar meio para o deprimido.
Quando era um adolescentezinho, jovem imberbe e inconsciente, e morava no Alentejo... estive para ir viver para os EUA com uma família portuguesa. Irremediavelmente iria para Newark. Se tivesse ido seria um daqueles portugueses radicados nos states cheio de saudades do meu Portugal. Saberia de cor e salteado toda a música pimba. Seria um daqueles emigrantes broncos. Ainda bem que não fui...
sábado, 4 de outubro de 2008
Confesso!
Ontem à noite custei-me a deixar dormir...
E não foi porque conseguia ouvir a televisão dos vizinhos do lado, de tão alta que estava. E não foi por não ter sono, estava mortinho. E não foi por ter dormitado uma horinha a meio da tarde.
Ontem à noite custei-me a deixar dormir...
Confesso! Foi por sentir a falta do teu calor ao meu lado. Confesso! Ando embriagado... tal como o outro também andava. Confesso! Fazes-me falta.
terça-feira, 26 de agosto de 2008
pouco tempo
Tenho andado tão ocupado com tanto em que pensar, que nem fiz umas considerações sobre o final dos Jogos Olímpicos 2008. Organizei para sábado passado uma ida a Tróia e a Setúbal para uns amigos e conhecidos. A "movimentação sentimental" tem andado a evoluir de forma bastante favorável. E tenho também andado a preparar a terceira mudança do ano. Ou seja, tenho tido muito em que pensar e muito pouco tempo de jeito para o blog.
segunda-feira, 4 de agosto de 2008
a "pila da Europa"
Não, não estou na "pila da Europa", nem tampouco estou de férias. Cá continuo com a minha vidinha. Agora um pouco mais calma. Os últimos tempos têm sido bastante interessantes. Têm tido alguma movimentação sentimental. O que é manifestamente bom e particularmente interessante. Quando não se procura, é quando se encontra. Quando não se espera, é quando surge. É muito bom encontrar e ser-se encontrado.
A chamada "pila da Europa" é composta pela Noruega e pela Suécia, sendo que "os testículos" são a Finlândia. É "pela pila da Europa" que o meu pensamento andará nos próximos dias...
quarta-feira, 16 de julho de 2008
Sou feliz...
... quando me esparramo no sofá a ver episódios do Lost e a comer pão e quilos, muitos, quilos de cerejas. Daquelas bem docinhas e bem sumarentas e bem vermelhas. À falta de cerejas vai melancia, também bem doce e bem sumarenta e bem vermelha. Gosto do Verão por poder deliciar-me com estas frutas.
terça-feira, 15 de julho de 2008
3.º Apontamento do Dia
Por mais cedo que me deite e mesmo que durma a noite toda (coisa rara, mas que se verificou nas últimas duas noites), quando tenho que vir trabalhar de manhã ando sempre com sono. Fazendo com que o meu estado de concentração e alerta seja muito baixo. Por isso é que sempre preferi trabalhar no turno da tarde. O meu desempenho profissional é claramente melhor à tarde. Quando andava na faculdade era também à tarde que aproveitava para estudar, visto que a tarde me rendia bastante. Curiosamente é à tarde que normalmente cometo mais erros a nível profissional...
sexta-feira, 11 de julho de 2008
Chão que já deu uvas.
Hoje acordei cedo. Passava pouco das 08h. O telefone tocou. Atendi estremunhado. "Ah! Empresta-me o carro para ir...". "Sim, claro que empresto! Ele anda. Tem o depósito cheio. Já prendeste o pára-choques. As luzes também já as prendeste. Claro que empresto.". Veio passados minutos buscar os documentos. É-me estranho verificar o quão às vezes sinto que estou preso àquele homem. Quase numa situação de dependência doentia. Isto assusta-me um pouco. Já fomos feitos um para o outro. Não soubemos foi cuidar do sentimento que nos unia. Contudo, agora já não haverá mais possibilidades, foi chão que já deu uvas. Sempre gostei desta expressão. Como se todo o chão em que piso fica impossibilitado de dar uvas logo a seguir à próxima colheita. De momento estou é com sono, muito sono. Não consegui voltar a adormecer. É por isto que tenho sempre a cama por fazer. Assim tenho a possibilidade de me deitar a qualquer hora do dia e da noite para tentar dormir. A maior parte das vezes são apenas tentativas não concretizadas. Desde a adolescência que tenho muitas, mas mesmo muitas dificuldades em adormecer. Já me deveria considerar um "doente" do sono. Já ponderei a hipótese de que não consigo deixar-me dormir por ter a consciência demasiadamente pesada. Mas isto também foi chão que já deu uvas. Vou mas é tentar dormir novamente.
segunda-feira, 7 de julho de 2008
continuar e continuar
A vida continua. Continua sempre. Quase tudo continua. Há sempre qualquer coisa que continua. Após uma estalada as pessoas continuam com as suas vidas. Após um beijo as pessoas continuam com as suas vidas. Após uma morte as pessoas continuam sempre com as suas vidas. Às vezes é difícil continuar com a nossa vida depois de qualquer coisa acontecer. Outras tantas vezes é tão bom e tão fácil continuar com as nossas vidas. Sabe bem continuar. Sabe bem prosseguir. Pode é não ser nada, mesmo nada sedutor prosseguir. Quem é que já não teve que continuar quando as suas forças pareciam já esgotadas? Qualquer um de nós já o terá feito. Acredito que só temos a ganhar com a continuação. Principalmente ganhamos experiência. Essa experiência será sempre útil para futuras situações. É bom continuar e continuar...
quinta-feira, 3 de julho de 2008
Não gosto...
... de ver alguns dos chineses que povoam a minha rua. Às vezes dão-me mesmo asco. Deambulam pela rua de loja chinesa em loja chinesa. São umas 3 lojas desde o início da rua e até minha casa. Têm um aspecto descuidado. Os pés são maiores que os chinelos que calçam. Têm os calcanhares gretados e as unhas amareladas. As lojas chinesas da minha rua não me atraem mesmo.
... de sentir o cheiro a suor do meu colega de secretária. Às vezes é insuportável. Quase todos os dias vai trabalhar com um activo cheiro a suor. Quer esteja calor quer esteja frio, o cheiro é o mesmo. Este meu colega "come" palavras, não se sabe explicar e diz "pronts". Às vezes tem um resto (escuro) de saliva num dos cantos da boca. Consegue passar mais de oito horas sem comer nada.
... de errar profissionalmente. É mesmo algo que detesto. Estou mesmo a precisar de férias. O que me vale é que começam já amanhã. Vai ser uma semana inteirinha com quase nada para fazer. Com muita praia e muitos petiscos. Desde Dezembro que não tinha uns dias de descanso. Tenho apenas que ir a casa da minha avó paterna. E apenas tenho o casamento. Estou nervoso, muito nervoso.
... de muitas mais outras coisas!
segunda-feira, 9 de junho de 2008
quarta-feira, 28 de maio de 2008
sábado, 17 de maio de 2008
Não quero ter filhos/as porque...
- não quero estar sempre a chatear-me com o/a pirralho/a;
- não quero estar a ir ao McDonald's todos os santos fins-de-semana;
- não quero estar a dar-lhe um telemóvel quando tiver apenas 5 anos;
- não quero deixar de ter noites de sono (bem sei que actualmente também não tenho muitas);
- quero continuar a ter liberdade;
- quero viver sem ter preocupações que me mortificariam;
- quero envelhecer sem ter alguém que me chame "cota" ou "velho";
... e por muitas, mesmo muitas outras razões.
domingo, 11 de maio de 2008
detesto
Detesto, mas é que detesto mesmo, que à saída das cancelas do Metro um fulano qualquer queira sair colado a mim, com a validação do meu bilhete. Mas é que detesto mesmo. Quase que fico fora de mim. Hoje aconteceu-me isso. Normalmente consigo aperceber-me da situação e faço qualquer coisa (ou mudo de canal, ou passo muito devagar). Mas hoje não consegui evitar o gajo. Passei-me com o cab***. Ainda lhe dei um encontrão à passagem pelo canal, ia caindo. Refilei tanto, tanto com o fulano. Mas também fico lixado porque os funcionários do Metro que estão no seu posto de trabalho nada fazem. Ora se eu pago um bilhete com o meu dinheiro que me custou a ganhar é para eu usufruir e não outros. Detesto mesmo!
quarta-feira, 7 de maio de 2008
Nunca Digas Nunca
Devido aos meus problemas de saúde durante a infância eu era utente do Hospital D. Estefânea. Morava então em Setúbal e vinha a Lisboa pelo menos uma vez por mês. Como é óbvio, detestava vir a Lisboa. Aí pelos 9 ou 10 anos dizia aos meus pais, principalmente à minha mãe, que quando fosse adulto eu nunca viveria em Lisboa. O que é certo é que vai fazer 8 anos (não tenho a certeza, pois já perdi a conta) que vivo na cidade de Lisboa. Desde que vim morar para Lisboa que digo que nunca irei morar para os arredores de Lisboa. Qualquer dia mordo a língua de cada vez que disser "nunca". Tenho que aprender a dizer "nunca"...
terça-feira, 6 de maio de 2008
dias leves
Sabe bem passar os dias sem nada para fazer... Gosto destes dias. Dias de calma e sossego. Andava mesmo a precisar dalguma paz de espírito. Sinto-me mais leve. É tão bom ter estes dias leves. Agora vou dormir como uma pluma.