A Charlie Brown Christmas, 1965
quinta-feira, 25 de dezembro de 2008
quarta-feira, 24 de dezembro de 2008
terça-feira, 23 de dezembro de 2008
segunda-feira, 22 de dezembro de 2008
quinta-feira, 18 de dezembro de 2008
A rota das pizzas: diCasa.
No cumprimento rigoroso, e para o qual não faltam apetites, da Rota das Pizzas, eu e Luís rumámos ao restaurante di Casa, no C C Vasco da Gama, para provar e avaliar em profundidade e espírito severo e rigoroso as iguarias e atributos da casa, desta vez por sugestão do Luís!
A ocasião sugeria ambientes mais intimistas que, pese embora alguma algazarra de um grupo de rapaziada nova e a dimensão generosa do restaurante, não ficou comprometida. A luz pontual, a decoração em tons escuros, a disposição das mesas de duas pessoas, permitia um certo distanciamento face ao que nos rodeava, permitindo usufruir de ingredientes tão ou mais importantes como a conversa e olhares…
A degustação iniciou-se por uma entrada de Crostini: uma fatia de pão torrado barrada com pesto, a que se junta mozzarela, rúcola e presunto. Saborosa, mais pelo pesto bem doseado, do que pela rúcola e presunto, que pareceram mais correntes e não muito frescos. As pizzas escolhidas foram a Parma para mim (mozzarela, rúcola e presunto) e a Fiorentina para o Luís (mozzarela, ovo, espinafres e parmesão). A escolha deixou-nos razoavelmente satisfeitos, apesar da duplicação que a minha distracção implicou, face à entrada. Mas também aqui se sentiu a falta de frescura das folhas de rúcola e a banalidade das fatias de presunto. No final, apercebemo-nos de que o presunto não é colocado sobre a base da pizza antes de ir ao forno. Se fosse, talvez o resultado fosse diverso… fica a sugestão. A massa era muito agradável: saborosa, leve e estaladiça sem ser dura. Acompanharam-se entrada e pizza com imperiais fresquinhas. Para a sobremesa hesitámos entre a sempre tentadora e refrescante Panacotta e o Biscotto Affogato em Café. Prevaleceu o sabor do último, com um gelado de caramelo envolvido por café expresso, sobre ele vertido no momento. Bastante agradável para um final feliz.
Da impressão geral retivemos ainda dois aspectos a melhorar: a iluminação tende a encadear algumas pessoas por haver alguns focos orientados para a cara de quem está sentado; seria importante esclarecer no momento das reservas que, caso não haja disponibilidade para o dia, poder-se-á tentar aparecer sem reserva, uma vez que há claramente muitos lugares que não estão abrangidos por esse sistema… por pouco não optámos por outro destino…
O preço final ficou-se nos simpáticos 25,70€, razão que explica a concorrida afluência. É claro que em noite de 6ª feira, a rota do centro comercial+jantar+cinema+copo ajuda ao movimento geral…
Avaliação global: 11 valores. Comida razoável e saborosa, mas claramente com possibilidade de melhorar na qualidade dos ingredientes, ambiente descontraído mas sem perder alguma contenção e intimidade nos múltiplos espaços, preço convidativo, serviço simpático qb mas de alguma impessoalidade e demora. Opção para saídas práticas e despreocupadas.
di Casa
cozinha italiana
Centro Comercial Vasco da Gama, 3.º piso, loja 3008
Parque das Nações, 1990-094 Lisboa
tel. +351 218922290
Fax +351 217971053
www.dicasa.pt
sexta-feira, 12 de dezembro de 2008
Living in Lisbon - Viver em Lisboa
Às vezes, não muitas felizmente, vejo a minha vida como uma daquelas séries americana. Daquelas bem realizadas, bem filmadas, com bons argumentos, bons actores e boas personagens. Esta série, Living in Lisbon – Viver em Lisboa, teria começado em Setembro de 2001, quando vim para Lisboa estudar. Sendo que já vai na sétima temporada. Já foi reclamado o seu cancelamento, mas agora a série está novamente animada, já que pela primeira vez a maior parte da acção passa-se fora de Lisboa. Começou muito timidamente numa espécie de versão de Dawson’s Creek. Já também passou fases tipo Six Feet Under, Desparate Housewives, Chuck, Punshing Daisies, Heroes, ou mesmo The X Files. Agora está numa fase meio Grey’s Anatomy meio Private Practice. A pior fase foi sem dúvida as duas últimas temporadas em que os desentendimentos das personagens azedaram o aparente entendimento entre actores. Mais parecia uma versão rasca de Beverly Hills, 90210. Os conflitos foram de tal ordem que variadíssimos actores abandonaram a série, uns por despedimento, outros por afastamento das suas personagens, outros ainda pelo seu próprio pé. Os produtores agora fazem exactamente o mesmo que os produtores da série Lost, quem se portar mal vai para o olho da rua. Como qualquer série que se preze, apesar dos conflitos e mal-estar, a cada temporada entram e saem personagens. Para além da minha personagem mantém-se na série apenas mais duas personagens da primeira temporada. É certo que esporadicamente aparecem personagens que já saíram. Mas a melhor fase até agora foi sem sombra de dúvida a que precedeu os conflitos. De momento está outra vez numa boa fase. Com personagens bastante fortes e dinâmicos. Tudo graças a bons actores que foram recentemente contratados. Esta série não é estanque, não se cinge a apenas um tema, é muito vasta, aborda inúmeros assuntos. Desde amores a desamores, desde sexo desenfreado a sexo sem precauções, desde homossexualidade feminina e masculina, até a supostas heterossexualidade, desde doenças graves a sustos hospitalares, desde morte a nascimentos, desde comédia a drama, desde humor a tragédia. Como podem ver esta série é um sucesso estrondoso…
quinta-feira, 11 de dezembro de 2008
Manoel de Oliveira 100.º
Hoje o senhor da foto faz 100 anos... Parabéns! Manoel de Oliveira nasceu no Porto a 11 de Dezembro de 1908. O realizador mais velho do mundo no activo encontra-se neste momento a filmar "Singularidades de uma Rapariga Loura".
